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Em Uauá, 79,96% são católicos, 14,67% evangélicos e 4,1% sem religião, aponta IBGE
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STF reconhece assédio judicial contra jornalistas e define critérios para responsabilização
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Comandante da 45ª Cipm, realiza parada militar de alinhamento operacional com o efetivo, confira
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Homenagem ao saudoso ex-prefeito de Uauá Pedro Ribeiro, se hoje estivesse vivo estaria completando 75 anos de idade
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Canudos Enfrenta Crise Hídrica em 2026 e Intensifica Ações Emergenciais; Confira
Município amplia assistência às famílias, reforça abastecimento de água e busca apoio federal para enfrentar os impactos da estiagem.O município de Canudos enfrenta, em 2026, uma grave crise hídrica causada pela irregularidade das chuvas nos últimos anos. A estiagem prolongada tem gerado impactos significativos na agricultura, no abastecimento de água e nas condições de vida da população, especialmente nas comunidades da zona rural.
As perdas na produção agrícola levaram produtores locais a recorrerem ao programa Garantia Safra, do Governo Federal, que segue em operação no município como medida de apoio aos agricultores afetados.
Como parte das ações de proteção social, cerca de 3.500 famílias continuam sendo atendidas pelo programa Bolsa Família. Além da distribuição de milho para todos os produtores rurais do Município, principalmente os produtores que possuem o CAF (Cadastro Nacional da Agricultura Familiar) através de parceria com o Governo do Estado.
Abastecimento de água
O abastecimento de água segue como um dos principais desafios enfrentados pelo município. Com a operação federal de carros-pipa ainda passando por entraves administrativos, a Prefeitura tem assumido o atendimento às comunidades rurais por meio de sua própria frota, assegurando o fornecimento emergencial de água às localidades mais afetadas.
Paralelamente, a gestão municipal trabalha na renovação do decreto de situação de emergência, medida que permitirá ampliar as parcerias com o Governo Federal e fortalecer as ações de enfrentamento à seca.
Compromisso com ações imediatas e de longo prazo
O prefeito Jilson Cardoso reafirmou o compromisso da administração municipal em atuar com agilidade, responsabilidade e planejamento, combinando medidas emergenciais com estratégias estruturantes de longo prazo voltadas à segurança hídrica, ao fortalecimento da agricultura e à redução dos impactos da estiagem.
REDAÇÃO: WWW.UAUAWEB.COM.BR
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
População de Uauá lamenta o falecimento da professora Fátima Borges!
A educação de Uauá amanheceu de luto nesta segunda-feira (26) com o falecimento da professora Fátima Borges Ribeiro, uma das educadoras mais respeitadas e referência no município.
Professora dedicada e comprometida com o ensino, Fátima Borges construiu uma história marcada pelo amor à educação e pela formação de inúmeras gerações de alunos em Uauá. Seu trabalho deixou marcas profundas não apenas no ambiente escolar, mas também na vida pessoal e profissional de seus ex-alunos, que hoje reconhecem o legado deixado por ela.
Ao longo de sua trajetória, foi sinônimo de responsabilidade, ética e dedicação, tornando-se uma figura admirada por colegas de profissão, estudantes e pela comunidade em geral.
A Prefeitura de Uauá manifestou profundo pesar pelo falecimento da professora, destacando a importância de sua contribuição para a educação do município e o legado que permanece vivo, especialmente entre seus antigos alunos.
Neste momento de dor, o Portal UauáWeb se solidariza com familiares, amigos, colegas e toda a comunidade escolar, prestando homenagem a quem dedicou sua vida à nobre missão de educar.
REDAÇÃO: WWW.UAUAWEB.COM.BR
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Jovem morre na sede do município de Uauá, confira!
A polícia foi acionada onde foi até o local para constatar o fato, onde as circunstancias da morte será investigada pela Delegacia Territorial de Uauá.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Município de Uauá celebrou o Dia de Reis, com cultura popular neste ano de 2026 [CONFIRA ÚLTIMAS FOTOS]
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Homem morre em grave acidente automobilístico na BR-235 em Uauá, confira
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
CGU identifica desvios e falta de controle em viagens na Codeba; Confira
Esse tipo de despesa da Codeba passou por escrutínio da CGU, após o MPor receber uma denúncia anônima em 2024, que apontava gastos excessivos de diretores da estatal. Parte das despesas com viagens ultrapassou R$ 250 mil no ano. Além disso, houve suspeitas de que os roteiros tinham finalidade particular e de falhas de controle interno.
Os auditores da CGU identificaram que apenas os três diretores da autoridade portuária citados na denúncia concentraram R$ 754,7 mil em gastos com viagens da Codeba no período analisado, o equivalente a 38% do total. O relatório, no entanto, preservou os nomes deles. Ainda assim, a coluna descobriu se tratar dos seguintes dirigentes:
- Diretor-presidente: Antonio Jose Rodriguez de Mattos Gobbo;
- Diretor de Infraestrutura e Gestão Portuária: Luiz Humberto Lisboa Castro;
- Diretor de Empresarial e de Relação com o Mercado: José Demétrius Silva Moura.
Os valores divulgados no site da Codeba sobre gastos com viagens representam 57% do total efetivamente gasto, segundo dados da área financeira da empresa. O portal omite, por exemplo, reembolsos de transporte, e tem erros de lançamento.
“Os exames realizados identificaram fragilidades de controle interno, tais como a inexistência de um orçamento detalhado por diretoria ou gerência para a realização de gastos com viagens; a existência de fragilidades na norma interna da estatal sobre o assunto; a falta de motivação e justificativa adequada para as viagens realizadas, bem como a insuficiente comprovação dos deslocamentos e atividades realizadas. Além disso, verificou-se a ocorrência de reembolso de gastos incompatíveis e falhas na transparência das informações relacionadas aos gastos com viagens.”
Diante desse cenário, a CGU recomendou a revisão das normas internas, o ressarcimento de valores indevidos, a reavaliação geral dos gastos com viagens e o aprimoramento da transparência, alertando que os fatos podem ensejar responsabilização administrativa.
Após a publicação da reportagem, a Codeba informou à coluna que “não procede a informação de divergência de valores com os desembolsos”. A autoridade portuária disse ainda que há previsão global de recursos no Programa de Dispêndios Globais (PDG) e que “o aumento da quantidade de viagens reflete a política de abertura de novos mercados, de consolidação de parcerias, de divulgação dos portos baianos em várias instâncias e intercâmbios técnico-operacionais”.
A Codeba destacou também que “possui instâncias competentes para a avaliação, aprovação, deliberação e controle dos recursos e toda execução orçamentária é examinada previamente pelo Conselho de Administração”. (Leia a íntegra da nota de posicionamento ao final da reportagem).
Os principais problemas apontados pela CGU
- Gastos excessivos com viagens: a Codeba gastou R$ 3,43 milhões em 2024, acima do orçamento previsto, com forte concentração das despesas em três diretores;
- Ausência de orçamento detalhado por área: não há controle de gastos por diretoria ou gerência, o que dificulta o acompanhamento e favorece excessos;
- Normas internas frágeis: regras permitem justificativas genéricas, não exigem comprovação adequada de atividades realizadas e não definem claramente despesas reembolsáveis;
- Viagens sem motivação adequada: processos analisados não apresentam justificativas formais consistentes para destinos, períodos ou objetivos das viagens;
- Falta de comprovação das atividades: ausência de certificados, de atas, de relatórios, de registros fotográficos e/ou de comprovantes de participação em eventos e reuniões.
- Itinerários e períodos incompatíveis: viagens com destinos diferentes de eventos autorizados e pagamentos de diárias além do necessário;
- Passagens aéreas sem justificativa de custo: ausência de cotações e de explicações para escolhas mais caras, inclusive em viagens internacionais;
- Reembolsos irregulares de transporte: pagamentos incompatíveis, fora do período da viagem ou sem vínculo claro com o interesse institucional.
- Falhas de autorização formal: autorizações administrativas não contemplaram todo o período ou todos os destinos efetivamente realizados;
- Falta de transparência ativa: site da Codeba divulga apenas parte dos gastos, sem reembolsos. Há erros de lançamento;
- Divergência de dados oficiais: valores publicados no portal representam cerca de 57% do total informado pela área financeira;
- Necessidade de ressarcimento: CGU identificou valores pagos indevidamente e recomendou devolução e revisão geral das despesas de 2024 e 2025.
Modelo de orçamento global dificulta monitoramento e favorece excessos
A CGU aponta ainda fragilidades relevantes na norma interna da Codeba que regula viagens e diárias. As regras não exigem detalhamento adequado da motivação das viagens, não obrigam a comprovação efetiva das atividades realizadas, como certificados, atas ou relatórios, e não estabelecem critérios claros sobre quais despesas de transporte podem ser reembolsadas.
“Em conclusão, verifica-se que a norma interna da Codeba apresenta fragilidades que implicam em riscos para a realização de gastos excessivos ou indevidos com a realização de viagens. Tais riscos foram materializados com a identificação da realização de reembolso de gastos incompatíveis ou insuficientemente comprovados, conforme item seguinte deste relatório”, escreveu a CGU.
Na análise de três viagens internacionais e nacionais realizadas por diretores em 2024, a CGU encontrou ausência de justificativas formais, falta de comprovação das atividades declaradas, inconsistências de itinerário e pagamentos incompatíveis. Há casos de viagens ao exterior com destinos não autorizados oficialmente, diárias pagas além do período do evento e passagens muito mais caras do que o necessário, sem justificativa.
A CGU identificou valores específicos que devem ser ressarcidos pelos diretores, somando pelo menos R$ 5,7 mil. Também recomendou a revisão completa das despesas de 2024 e 2025.
Questionada pela CGU sobre a falta de um orçamento detalhado por diretoria, o que facilitaria o controle dos gastos, a gestão da Codeba manifestou a preferência por manter o orçamento de forma “globalizada”. Diante dessa postura, a CGU manteve o apontamento de que a falta de segmentação impede um acompanhamento gerencial eficaz.
Viagem aos EUA com itinerário incompatível
Uma viagem de dirigentes da Codeba a Nova York apresentou um itinerário incompatível ao iniciar por Montreal, no Canadá, sem justificativa de interesse para a autoridade portuária. As autorizações da companhia e do ministério, conforme identificou a CGU, contemplaram apenas o evento nos EUA, ignorando o trecho canadense e o período total de afastamento.
A CGU identificou que houve um gasto elevado e não justificado de R$ 35 mil na passagem de ida, além da ausência de comprovantes de embarque, certificados e relatórios de atividades. Diante das irregularidades, o órgão recomendou o ressarcimento de R$ 3.217,28.
Reuniões “fantasmas” em São Paulo
Outra situação crítica envolveu um deslocamento para São Paulo para “reuniões com empresas parceiras”. Ao cruzar os dados, a CGU descobriu que, nas datas em que o diretor deveria estar cumprindo agenda oficial, o site da própria Codeba registrava “sem compromissos oficiais”.
Não foram apresentadas atas, relatórios ou fotos que comprovassem que qualquer trabalho foi realizado. A CGU identificou a necessidade de devolução de R$ 696,34 aos cofres públicos.
Tour pela Europa sem comprovantes básicos
A terceira inspeção detalhou uma viagem de um diretor por Espanha e Portugal. A auditoria constatou que não havia certificados de participação nos eventos programados – nem mesmo os comprovantes de embarque das passagens aéreas. Além disso, houve uma visita técnica a um porto em Portugal sem motivação registrada e fora da autorização oficial de afastamento do país pelo MPor. A CGU recomendou a devolução de R$ 1.862,55 por despesas.
O que diz a Codeba?
Após a publicação da reportagem, a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) encaminhou à coluna a seguinte nota:
– Não procede a informação de divergência de valores com os desembolsos efetivos respectivos comprovados. Todas as informações publicadas observam o modelo vigente de consolidação *e reforçadas junto à Controladoria Geral da União (CGU), em resposta ao relatório apresentado.
– Há previsão global de recursos no Programa de Dispêndios Globais (PDG), instrumento de controle macroeconômico do Governo Federal, que ampara todas as viagens, sendo o orçamento prévio efetivado no momento da solicitação de reserva.
– O aumento da quantidade de viagens reflete a política de abertura de novos mercados, de consolidação de parcerias, de divulgação dos portos baianos em várias instâncias e intercâmbios técnico-operacionais, ações responsáveis para que, em 2024, a CODEBA atingisse o melhor resultado operacional de sua história e, tornando-se modelo de gestão pública no cenário nacional e levando a Companhia baiana a consolidar a operação da nova Hidrovia do São Francisco e a gestão transitória do Porto de Itajaí, em Catarina, para a sua federalização.
– Destaca que a Companhia possui instâncias competentes para a avaliação, aprovação, deliberação e controle dos recursos e toda execução orçamentária é examinada previamente pelo Conselho de Administração, que verifica a pertinência, a legalidade e a economicidade da previsão orçamentária e das solicitações, o que constitui importante camada adicional de governança e mitigação de riscos.
– Informa, ainda, que já iniciou junto a seus empregados a revisão dos normativos internos, herdados de gestões, para a melhoria do controle interno de processos.
– A CODEBA reitera que conduz os trabalhos com foco na eficiência da gestão frente à realidade operacional da Companhia, mobilizando os recursos humanos para as ações operacionais, comerciais ou institucionais, sem perda de controle.
Fonte: www.metropoles.com/colunas/tacio-lorran/cgu-identifica-desvios-e-falta-de-controle-em-viagens-na-codeba?fbclid=IwY2xjawPLXGBleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFRN2hkMFlIVFNtalkxbGxVc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHpXQUnSM_HdCw7MyLKnHMUKWnXHSpyTb0KM72w-X---ZEgiWdvDeV8tIKaMd_aem_MGVfFB-roY0sx-mgybd2sg
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
Dancinha de Maduro ao som de discurso de Trump teria sido estopim para ataque dos EUA à Venezuela
Ataques à Venezuela
Os EUA atacaram a Venezuela com bombardeios em Caracas e capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua esposa neste sábado, 3 de janeiro. O presidente americano, Donald Trump, confirmou a informação em sua rede social, a Truth Social. O presidente afirmou ainda que mais detalhes serão apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h (horário de Brasília), em Mar-a-Lago, na Flórida.
"Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea. Essa operação foi realizada em conjunto com forças de aplicação da lei dos Estados Unidos".
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram helicópteros das Forças de Operações Especiais dos EUA sobrevoando Caracas durante a madrugada deste sábado, enquanto múltiplas explosões iluminam o céu da capital venezuelana. Segundo relatos não confirmados, as aeronaves seriam helicópteros CH-47G Chinook, projetados para operações secretas, e teriam atuado durante ataques que, segundo o governo venezuelano, atingiram os estados Miranda, Aragua e La Guaira, além de Caracas.
O porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, chegou às águas próximas da América Latina nesta semana, intensificando uma campanha militar que já matou mais de 75 pessoas a bordo de lanchas e semissubmersíveis no Mar do Caribe.
O presidente Donald Trump sugeriu repetidamente que ataques terrestres poderiam ser o próximo passo, mas nos últimos dias negou estar considerando um ataque militar iminente dentro da Venezuela.
Caso o governo Trump decida realizar ataques terrestres, as forças americanas poderiam escolher entre diversos alvos, desde bases militares venezuelanas a laboratórios de refino de cocaína, pistas de pouso clandestinas ou acampamentos de guerrilheiros, de acordo com ex-militares e oficiais antidrogas americanos e venezuelanos, além de analistas de defesa. Mas o impacto potencial de tais ataques permanece incerto.
Fonte: https://portaldeprefeitura.com.br/bastidores-da-politica/dancinha-de-maduro-discurso-de-trump-estopim-ataque-venezuela/612196/
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Uauá: Registrando a passagem do aniversário do Vereador Adilio Morais




























